Resenha Critica Texto 4: Provocação a Integração Das Tecnologias Na Educação
A integração das tecnologias na educação para josé moran vemos que digitalização permite registrar, editar, combinar, manipular toda e qualquer informação, por qualquer meio, em qualquer lugar, a qualquer tempo. Ela permite a multiplicação de possibilidades de escolha, de interação. As tecnologias que num primeiro momento são utilizadas de forma separada – computador, celular, Internet, mp3, câmera digital. O telefone celular é a tecnologia que atualmente mais agrega valor: é wireless (sem fio) e rapidamente incorporou o acesso à Internet. Estas tecnologias começam a afetar profundamente a educação já que ela sempre esteve e continua presa a lugares e tempos determinados: escola, salas de aula, calendário escolar, grade curricular, por exemplo, ninguém consegue ver que ela pode acontecer em qualquer lugar. Há vinte anos para aprender tínhamos que ir a uma escola e hoje em dia continuamos indo para aprender lá, existem mudanças, mas são pequenas, sobre tudo aqui no nosso país. As tecnologias chegaram na escola, programas de gestão administrativa estão mais desenvolvidos do que os voltados à aprendizagem. Apesar da resistência institucional, as pressões pelas mudanças são cada vez mais fortes ainda mais dos alunos. As empresas estão muito ativas na educação on-line e buscam nas universidades mais agilidade, flexibilização e rapidez na oferta de educação continuada. A LDB legalizou a educação à distância e a Internet lhe tirou o ar de isolamento, de atraso, a Internet e as redes desenvolveram nestes últimos anos está começando a revolucionar a forma de ensinar e aprender, estão começando a provocar mudanças profundas na educação presencial e a distância. Podemos aprender desde vários lugares, ao mesmo tempo, on e off line, juntos e separados. Agora não precisamos ir para escola o tempo todo para poder aprender. As redes também estão provocando mudanças profundas na educação a distância. Antes a EAD era uma atividade muito solitária e exigia muito autodisciplina. Agora com as redes a EAD continua como uma atividade individual, combinada com a possibilidade de comunicação instantânea, de criar grupos de aprendizagem, integrando a aprendizagem pessoal com a grupal, EAD está descobrindo que pode ensinar de forma menos individualista, mantendo um equilíbrio entre a flexibilidade e a interação. A escola é uma instituição mais tradicional que inovadora. Sendo assim vemos que cultura escolar tem resistido bravamente às mudanças, não ver a mesma como aliada.
Tudo isto nos mostra que não será fácil mudar esta cultura escolar tradicional, que as inovações serão mais lentas, que muitas instituições reproduzirão no virtual o modelo centralizador no conteúdo e no professor do ensino presencial. Assim fica muito difícil a autonomia, a organização pessoal, indispensáveis para os processos de aprendizagem à distância. O aluno desorganizado poderá deixar passar o tempo adequado para cada atividade, discussão, produção e poderá sentir dificuldade em acompanhar o ritmo de um curso. Atrapalhará sua motivação, sua própria aprendizagem No presencial, uma conversa dos colegas mais próximos ou do professor poderá ajudar a que queiram voltar a participar do curso. Percebemos que os alunos estão prontos para a multimídia, os professores, em geral, não. Os professores sentem cada vez mais claros o descompasso no domínio das tecnologias e, em geral, tentam segurar o máximo que podem, fazendo pequenas concessões, sem mudar o essencial. Creio que muitos professores têm medo de revelar sua dificuldade diante do aluno e também de coordenadores, diretores ou colegas. Os professores percebem que precisam mudar, mas não sabem bem como fazê-lo e não estão preparados para experimentar com segurança porque também muitas vezes não existem ajuda ou preparo para ajudar ele na mudança. exigem mudanças dos professores sem dar-lhes condições para que eles as efetuem. Frequentemente algumas organizações introduzem computadores, conectam as escolas com a Internet e esperam que só isso melhore os problemas do ensino. Os administradores se frustram ao ver que tanto esforço e dinheiro empatados. A maior parte dos cursos presenciais e on-line continua focada no conteúdo, focada na informação, no professor, no aluno individualmente e na interação. Convém que os cursos hoje – principalmente os de formação – sejam focados na construção do conhecimento e na interação; no equilíbrio. É difícil manter a motivação no presencial e muito mais no virtual. Os cursos que se limitam à transmissão de informação, de conteúdo, mesmo que estejam brilhantemente produzidos, correm o risco da desmotivação em longo prazo. No virtual, o aluno está mais distante, normalmente só acessível por e-mail, que é frio, Mesmo com tecnologias de ponta, ainda temos grandes dificuldades no gerenciamento emocional. São poucos os educadores que integram teoria e prática e que aproximam o pensar do viver. Os educadores marcantes atraem não só pelas suas ideias, mas pelo contato pessoal.
Tudo isto nos mostra que não será fácil mudar esta cultura escolar tradicional, que as inovações serão mais lentas, que muitas instituições reproduzirão no virtual o modelo centralizador no conteúdo e no professor do ensino presencial. Assim fica muito difícil a autonomia, a organização pessoal, indispensáveis para os processos de aprendizagem à distância. O aluno desorganizado poderá deixar passar o tempo adequado para cada atividade, discussão, produção e poderá sentir dificuldade em acompanhar o ritmo de um curso. Atrapalhará sua motivação, sua própria aprendizagem No presencial, uma conversa dos colegas mais próximos ou do professor poderá ajudar a que queiram voltar a participar do curso. Percebemos que os alunos estão prontos para a multimídia, os professores, em geral, não. Os professores sentem cada vez mais claros o descompasso no domínio das tecnologias e, em geral, tentam segurar o máximo que podem, fazendo pequenas concessões, sem mudar o essencial. Creio que muitos professores têm medo de revelar sua dificuldade diante do aluno e também de coordenadores, diretores ou colegas. Os professores percebem que precisam mudar, mas não sabem bem como fazê-lo e não estão preparados para experimentar com segurança porque também muitas vezes não existem ajuda ou preparo para ajudar ele na mudança. exigem mudanças dos professores sem dar-lhes condições para que eles as efetuem. Frequentemente algumas organizações introduzem computadores, conectam as escolas com a Internet e esperam que só isso melhore os problemas do ensino. Os administradores se frustram ao ver que tanto esforço e dinheiro empatados. A maior parte dos cursos presenciais e on-line continua focada no conteúdo, focada na informação, no professor, no aluno individualmente e na interação. Convém que os cursos hoje – principalmente os de formação – sejam focados na construção do conhecimento e na interação; no equilíbrio. É difícil manter a motivação no presencial e muito mais no virtual. Os cursos que se limitam à transmissão de informação, de conteúdo, mesmo que estejam brilhantemente produzidos, correm o risco da desmotivação em longo prazo. No virtual, o aluno está mais distante, normalmente só acessível por e-mail, que é frio, Mesmo com tecnologias de ponta, ainda temos grandes dificuldades no gerenciamento emocional. São poucos os educadores que integram teoria e prática e que aproximam o pensar do viver. Os educadores marcantes atraem não só pelas suas ideias, mas pelo contato pessoal.
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