Resenha Critica Texto 5: Aluno Escola Tecno Educacionais
No artigo aluno, professor, escola e tecnologias, diz que no Dicionário Houaiss a palavra aluno é definido como o indivíduo que recebe instrução ou educação em estabelecimento de ensino ou não. Já professor é no Dicionário Houaiss, trata-se daquele que transmite ensinamentos a outrem. Já escola é no Dicionário Houaiss, lugar de estudo. “É tecnologia Dicionário da Língua Portuguesa de Aurélio Buarque de Holanda, é assim definida: conjunto de conhecimentos, especialmente princípios científicos, que se aplicam a um determinado ramo de atividade”.
Visto isso podemos ver que existem uma interdependência entre os atores da ensinarem: aquele que ensina (professor), técnicas e estratégias utilizadas para transmissão e registro de conhecimentos (tecnologia), aquele que aprende (aluno), e, o local aonde se ensina e se aprende (escola).
As expressões "Tecnologia da Educação" e "Tecnologia do Ensino”, de acordo com Godoy (1988), são utilizadas como sinônimos e identificam um ensino através da comunicação de massa e sistemas de computação.
Assim podemos definir a Tecnologia da Educação de quatro formas:
(1ª) Tecnologia da Educação é a aplicação sistemática, em educação, ensino e treinamento, de princípios devidamente comprovados em pesquisas, derivados da análise experimental do comportamento e de outros ramos do conhecimento científico (psicologia experimental da aprendizagem, teoria da comunicação, análise de sistemas, cibernética, psicologia experimental da percepção).
(2ª) Tecnologia da educação é o conjunto de materiais e equipamentos mecânicos ou eletrônicos empregados para fins de ensino (projetores, gravadores, transparências, laboratórios de línguas, etc.).
(3ª) Tecnologia da Educação é ensino em massa (uso de meios de comunicação em massa na educação).
(4ª) Tecnologia da Educação se refere à sistemas homem-máquina (Hakan observa que as máquinas têm um lugar no conceito de tecnologia da educação, ainda que, sozinhas, não sejam a tecnologia da educação).
Segundo Kensi (1996), a escola continua e continuará a mesma por um bom tempo, com turmas razoavelmente grandes; professores e alunos interagindo em um mesmo ambiente físico - a sala de aula -. Na verdade para alguns de nós, este modelo é inalterável e eficiente, pois, desde a Didática Magna de Comenius e do Ratio Studiorum de Padre AquaVilla, esse modelo de ensinar e aprender se perpetua e não vimos muitas mudanças nos dias de hoje nosso país.
O mundo muda e a escola também muda, ou seja, a escola além de acompanhar essa mudança, apesar que nem todas segue essa mudança, a escola é também responsável pela manutenção da memória sociocultural de um povo, abrigar toda e qualquer forma de transmissão e construção de conhecimento.
No Brasil, segundo dados do Ministério da Educação (MEC), Os professores ainda transmitem informações oralmente, utilizando o quadro negro ou a lousa e livros didáticos para receptores desinteressados, neste caso, os alunos, que não se mantêm psicologicamente presentes em sala de aula, é a falta de recursos também ajuda muito nesse sentido.
Uma escola que preserve a memória do passado, posicionando-se de forma crítica e formadora de cidadãos reflexivos no que tange a utilização das novas tecnologias educacionais. As tecnologias devem permear os processos de ensinarem, de forma transversal, professores, alunos e pais, sujeitos da nossa sociedade, são usuários de diversas formas tecnológicas de comunicação, transmissão e aquisição de conhecimento.
Fora da escola professores e alunos ouvem música e sons diversos em seus aparelhos: veem televisão, assistem a filmes e shows. São pessoas comuns. Através dos meios de comunicação recebem diversas informações: acontecimentos, teorias, novas tecnologias, descobertas científicas e histórias importantes. (KENSKI, 1996, p. 134).
Comunicação e informações alteram de forma irreversível nosso comportamento pessoal e social. A utilização cada vez mais frequente dos meios eletrônicos e das tecnologias de comunicação audiovisual transforma, de maneira radical, as práticas de leitura e escrita da atualidade.
Já quando falamos do uso de tecnologias educacionais, alguns professores se assustam, pois, em sua grande maioria, os professores não sabem como utilizá-los, e só as utiliza para pesquisas, eles têm medo seja porque não sabem mexer neles ou por medo de alguma maneira, isso roubar a profissão deles.
Quando o sabem, esbarra nas dificuldades da escola, como falta de manutenção dos equipamentos, e até mesmo, medo de inutilizá-las, devido ao alto valor desses equipamentos, porque os equipamentos só são deixados ali, sem nenhuma explicação como se utiliza o mesmo.
Os recursos mais utilizados são os vídeos educacionais, em sua grande maioria considerada monótona, o professor ao utilizar essas ferramentas, além de um diagnóstico dos conhecimentos prévios do aluno, deverá pensar em procedimentos didáticos, organizando e articulando imagens, sons, cores, enfim, transformando o cotidiano da sala de aula.
De acordo com Humberto Eco (2002 apud RAMAL, 2002, p. 75), o ideal é operarmos no mundo do jeito que ele se apresenta, "a vida deve ser pensada não adaptando o homem a essas condições, mas, a partir dessas condições".
Voltamos com Kenski (2006), neste contexto, o Professor assume diversas funções, dentre elas:
a) Agente de memória - o mestre é capaz de promover interações e comunicações entre linguagens, espaços, tempos e conhecimentos, de forma temporal, social e tecnológicas distintas;
b) Agente de memória social informal - ocorre quando o professor através de interações espontâneas com os alunos e demais pessoas da comunidade acadêmica, trazem para o contexto escolar as memórias de um grupo social, através de histórias, linguagens, lendas, musicas, relações interpessoais, brincadeiras, rituais, dentre outras. Desta forma, os alunos aprendem, não apenas através dos conteúdos das disciplinas, mas, também, e, sobretudo, uma postura que carregará por toda sua vida;
c) Agente da memória educativa - considerado o principal papel do professor, pois, engloba os mais diversos objetivos da ação docente. O domínio do conhecimento em sua área de atuação é fundamental para sua ação profissional;
d) Agente da memória na sociedade digital - Aqui o professor ampliar, sua função de agente da memória educativa, pois com a proliferação de equipamentos eletrônicos e informações apresentadas pelos media, cabe ao professor estabelecer critérios e direcionamento para as práticas, conhecimentos e posicionamentos que os alunos adquirem das mais variadas ferramentas de informações, ou seja, livros, computadores, redes e ambientes virtuais.
Para Vygotsky (1994), uma vez que as tecnologias estão presentes do lado de fora e do lado de dentro das escolas, elas se tornam elementos que podem mediar a construção do conhecimento, por atuar na Zona de Desenvolvimento Proximal dos alunos.
Assim, professores e alunos, nesta nova perspectiva, estão completamente ligados às tecnologias e aos meios de comunicação. Eles vivem num mundo que não é só real, como também, virtual, e neste mundo, não existe nacionalidade. É uma sociedade digital, globalizada.
Enfim aso os professores não se assenhorem das novas tecnologias educacionais, a profissão está fadada a desaparecer, pois, estamos num momento de transição de uma sociedade industrial para uma sociedade de informação. As informações ampliam-se tão extraordinariamente, que nos deixam em dúvida quanto as informações que serão realmente relevantes para nossos alunos. Nós educadores temos a responsabilidade de realizar transformações nas estruturas do ensino e nas escolas em todos os seus níveis (infantil fundamental. Médio e superior). Desta forma, evitaremos a manutenção do paradigma educacional vigente.
Na verdade, a crise educacional no Brasil, não terá sua solução através da inclusão de tecnologias educacionais e sim, através de uma reformulação do modelo vigente de ensinam.
Daí nossa preocupação com a formação dos professores.
Na LDB 9394/96, as Diretrizes para Formação de Professores, reza que nos cursos de Licenciatura, deve estar compreendido a relação do processo educativo com a diversidade cultural, a realidade escolar e os processos científicos e tecnológicos. Isto nos conduz à inserção das tecnologias na práxis pedagógica, transformando o professor num aliado crítico, sobretudo das TIC´s (Tecnologias de Informação e Comunicação,) e num protagonista nas dinâmicas que tecem as relações entre a escola e o mundo.
A escola precisa se adequar a esta realidade, e os professores adequar-se às necessidades de virtualização, atualização, criticidade e conduta pós-moderna, considerando os alunos como centro do processo de ensinam, oportunizando também, o desenvolvimento de valores como a ética na utilização das tecnologias. Aqui é evidenciada mais uma vez, a figura do professor como mediador dessa utilização.
Visto isso podemos ver que existem uma interdependência entre os atores da ensinarem: aquele que ensina (professor), técnicas e estratégias utilizadas para transmissão e registro de conhecimentos (tecnologia), aquele que aprende (aluno), e, o local aonde se ensina e se aprende (escola).
As expressões "Tecnologia da Educação" e "Tecnologia do Ensino”, de acordo com Godoy (1988), são utilizadas como sinônimos e identificam um ensino através da comunicação de massa e sistemas de computação.
Assim podemos definir a Tecnologia da Educação de quatro formas:
(1ª) Tecnologia da Educação é a aplicação sistemática, em educação, ensino e treinamento, de princípios devidamente comprovados em pesquisas, derivados da análise experimental do comportamento e de outros ramos do conhecimento científico (psicologia experimental da aprendizagem, teoria da comunicação, análise de sistemas, cibernética, psicologia experimental da percepção).
(2ª) Tecnologia da educação é o conjunto de materiais e equipamentos mecânicos ou eletrônicos empregados para fins de ensino (projetores, gravadores, transparências, laboratórios de línguas, etc.).
(3ª) Tecnologia da Educação é ensino em massa (uso de meios de comunicação em massa na educação).
(4ª) Tecnologia da Educação se refere à sistemas homem-máquina (Hakan observa que as máquinas têm um lugar no conceito de tecnologia da educação, ainda que, sozinhas, não sejam a tecnologia da educação).
Segundo Kensi (1996), a escola continua e continuará a mesma por um bom tempo, com turmas razoavelmente grandes; professores e alunos interagindo em um mesmo ambiente físico - a sala de aula -. Na verdade para alguns de nós, este modelo é inalterável e eficiente, pois, desde a Didática Magna de Comenius e do Ratio Studiorum de Padre AquaVilla, esse modelo de ensinar e aprender se perpetua e não vimos muitas mudanças nos dias de hoje nosso país.
O mundo muda e a escola também muda, ou seja, a escola além de acompanhar essa mudança, apesar que nem todas segue essa mudança, a escola é também responsável pela manutenção da memória sociocultural de um povo, abrigar toda e qualquer forma de transmissão e construção de conhecimento.
No Brasil, segundo dados do Ministério da Educação (MEC), Os professores ainda transmitem informações oralmente, utilizando o quadro negro ou a lousa e livros didáticos para receptores desinteressados, neste caso, os alunos, que não se mantêm psicologicamente presentes em sala de aula, é a falta de recursos também ajuda muito nesse sentido.
Uma escola que preserve a memória do passado, posicionando-se de forma crítica e formadora de cidadãos reflexivos no que tange a utilização das novas tecnologias educacionais. As tecnologias devem permear os processos de ensinarem, de forma transversal, professores, alunos e pais, sujeitos da nossa sociedade, são usuários de diversas formas tecnológicas de comunicação, transmissão e aquisição de conhecimento.
Fora da escola professores e alunos ouvem música e sons diversos em seus aparelhos: veem televisão, assistem a filmes e shows. São pessoas comuns. Através dos meios de comunicação recebem diversas informações: acontecimentos, teorias, novas tecnologias, descobertas científicas e histórias importantes. (KENSKI, 1996, p. 134).
Comunicação e informações alteram de forma irreversível nosso comportamento pessoal e social. A utilização cada vez mais frequente dos meios eletrônicos e das tecnologias de comunicação audiovisual transforma, de maneira radical, as práticas de leitura e escrita da atualidade.
Já quando falamos do uso de tecnologias educacionais, alguns professores se assustam, pois, em sua grande maioria, os professores não sabem como utilizá-los, e só as utiliza para pesquisas, eles têm medo seja porque não sabem mexer neles ou por medo de alguma maneira, isso roubar a profissão deles.
Quando o sabem, esbarra nas dificuldades da escola, como falta de manutenção dos equipamentos, e até mesmo, medo de inutilizá-las, devido ao alto valor desses equipamentos, porque os equipamentos só são deixados ali, sem nenhuma explicação como se utiliza o mesmo.
Os recursos mais utilizados são os vídeos educacionais, em sua grande maioria considerada monótona, o professor ao utilizar essas ferramentas, além de um diagnóstico dos conhecimentos prévios do aluno, deverá pensar em procedimentos didáticos, organizando e articulando imagens, sons, cores, enfim, transformando o cotidiano da sala de aula.
De acordo com Humberto Eco (2002 apud RAMAL, 2002, p. 75), o ideal é operarmos no mundo do jeito que ele se apresenta, "a vida deve ser pensada não adaptando o homem a essas condições, mas, a partir dessas condições".
Voltamos com Kenski (2006), neste contexto, o Professor assume diversas funções, dentre elas:
a) Agente de memória - o mestre é capaz de promover interações e comunicações entre linguagens, espaços, tempos e conhecimentos, de forma temporal, social e tecnológicas distintas;
b) Agente de memória social informal - ocorre quando o professor através de interações espontâneas com os alunos e demais pessoas da comunidade acadêmica, trazem para o contexto escolar as memórias de um grupo social, através de histórias, linguagens, lendas, musicas, relações interpessoais, brincadeiras, rituais, dentre outras. Desta forma, os alunos aprendem, não apenas através dos conteúdos das disciplinas, mas, também, e, sobretudo, uma postura que carregará por toda sua vida;
c) Agente da memória educativa - considerado o principal papel do professor, pois, engloba os mais diversos objetivos da ação docente. O domínio do conhecimento em sua área de atuação é fundamental para sua ação profissional;
d) Agente da memória na sociedade digital - Aqui o professor ampliar, sua função de agente da memória educativa, pois com a proliferação de equipamentos eletrônicos e informações apresentadas pelos media, cabe ao professor estabelecer critérios e direcionamento para as práticas, conhecimentos e posicionamentos que os alunos adquirem das mais variadas ferramentas de informações, ou seja, livros, computadores, redes e ambientes virtuais.
Para Vygotsky (1994), uma vez que as tecnologias estão presentes do lado de fora e do lado de dentro das escolas, elas se tornam elementos que podem mediar a construção do conhecimento, por atuar na Zona de Desenvolvimento Proximal dos alunos.
Assim, professores e alunos, nesta nova perspectiva, estão completamente ligados às tecnologias e aos meios de comunicação. Eles vivem num mundo que não é só real, como também, virtual, e neste mundo, não existe nacionalidade. É uma sociedade digital, globalizada.
Enfim aso os professores não se assenhorem das novas tecnologias educacionais, a profissão está fadada a desaparecer, pois, estamos num momento de transição de uma sociedade industrial para uma sociedade de informação. As informações ampliam-se tão extraordinariamente, que nos deixam em dúvida quanto as informações que serão realmente relevantes para nossos alunos. Nós educadores temos a responsabilidade de realizar transformações nas estruturas do ensino e nas escolas em todos os seus níveis (infantil fundamental. Médio e superior). Desta forma, evitaremos a manutenção do paradigma educacional vigente.
Na verdade, a crise educacional no Brasil, não terá sua solução através da inclusão de tecnologias educacionais e sim, através de uma reformulação do modelo vigente de ensinam.
Daí nossa preocupação com a formação dos professores.
Na LDB 9394/96, as Diretrizes para Formação de Professores, reza que nos cursos de Licenciatura, deve estar compreendido a relação do processo educativo com a diversidade cultural, a realidade escolar e os processos científicos e tecnológicos. Isto nos conduz à inserção das tecnologias na práxis pedagógica, transformando o professor num aliado crítico, sobretudo das TIC´s (Tecnologias de Informação e Comunicação,) e num protagonista nas dinâmicas que tecem as relações entre a escola e o mundo.
A escola precisa se adequar a esta realidade, e os professores adequar-se às necessidades de virtualização, atualização, criticidade e conduta pós-moderna, considerando os alunos como centro do processo de ensinam, oportunizando também, o desenvolvimento de valores como a ética na utilização das tecnologias. Aqui é evidenciada mais uma vez, a figura do professor como mediador dessa utilização.
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